quinta-feira, 22/10/2026

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Polícia de SP descobre mais um corpo em caso de esquartejamento; locais das ocorrências são revelados

A cidade de São Paulo se vê diante de uma situação alarmante com a descoberta de 11 corpos abandonados em um curto espaço de tempo, entre 5 de setembro e 21 de outubro. Recentemente,…

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A cidade de São Paulo se vê diante de uma situação alarmante com a descoberta de 11 corpos abandonados em um curto espaço de tempo, entre 5 de setembro e 21 de outubro. Recentemente, a Polícia Civil localizou o corpo esquartejado de uma mulher na Marginal Tietê, na Zona Norte, o que intensificou o clima de medo e especulações na população.

Com a repercussão nas redes sociais, surgiram rumores de que um “serial killer” estaria à solta na cidade. No entanto, o secretário da Segurança Pública, Nico Gonçalves, e a diretora do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Ivalda Aleixo, afirmaram que não existem provas que sustentem essa teoria. O entendimento das autoridades é que a maioria dos casos está relacionada a homicídios isolados, muitos dos quais podem estar conectados a facções criminosas.

Os chamados “tribunais do crime”, que são mecanismos de punição adotados por organizações criminosas, estão entre as hipóteses investigadas. Esses tribunais costumam aplicar punições severas a indivíduos acusados de transgressões, que podem culminar em execuções. A polícia investiga cada um dos casos individualmente e já identificou algumas das vítimas, a maioria com histórico criminal.

Desde o início de setembro, os corpos encontrados têm apresentado uma variedade de situações macabras — desde pessoas esquartejadas até cadáveres encontrados em sacos plásticos. Das vítimas localizadas, oito já foram identificadas, sendo sete homens e uma mulher. Além disso, a Justiça já decretou a prisão de pelo menos três suspeitos.

As autoridades têm se esforçado para acalmar a população e esclarecer que as mortes não são resultado de um mesmo autor. “É fundamental que não se criem pânicos desnecessários. Cada caso é único e está sendo tratado como tal”, afirmou Ivalda em um vídeo divulgado nas redes sociais.

A situação exige atenção e cautela, não apenas por parte da polícia, mas também da comunidade, que se sente ameaçada. A palavra das autoridades é de que a investigação continua, e que informações errôneas podem prejudicar o andamento dos trabalhos, além de causar mais angústia às famílias envolvidas.